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Campo DCValorIdioma
dc.creatorALVES, Cristiane Rodrigues da Silva-
dc.date.accessioned2026-05-12T23:41:50Z-
dc.date.available2026-05-12-
dc.date.available2026-05-12T23:41:50Z-
dc.date.issued2025-12-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1407-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Urban expansion has caused the fragmentation and degradation of natural ecosystems, directly affecting native vegetation around springs, which are sensitive and essential environments for maintaining biodiversity and water resources. River systems, including smaller ones such as springs and urban streams, are fundamental for environmental balance and human well-being, providing various ecosystem services such as water supply, erosion control, and microclimate maintenance (Baron et al., 2002; Sposito, 2017). This study aims to CONDUCT a bibliographic review on the floristic diversity in spring areas located in urban environments, analyzing its implications for local conservation. METHODOLOGY: The review was based on scientific articles, theses, and technical documents published in the last twenty years. RESULTS: The results indicate that urbanized springs generally have impoverished flora, dominated by exotic or ruderal species, which compromises their ecological and functional value (Durigan et al., 2011). In contrast, areas with native vegetation cover or undergoing restoration processes show higher floristic richness and ecological resilience. Floristic diversity thus proves to be an important indicator of the environmental health of these areas (Ribeiro et al., 2009). FINAL CONSIDERATIONS: The discussions suggest that the conservation of vegetation around urban springs depends on integrated public policies, effective ecological restoration actions, and community engagement. It is recommended to use regional native species, create ecological corridors, and implement buffer zones. It is concluded that floristic diversity in urban springs should be incorporated into urban planning as an essential component of sustainable strategies.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDiversidade florísticapt_BR
dc.subjectRestauração ecológicapt_BR
dc.subjectNascentes urbanaspt_BR
dc.titleDiversidade florística em áreas de nascente em ambientes urbanos: uma revisão bibliográfica com ênfase na conservação localpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1SOUZA, Adão Gomes de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0289271742877433pt_BR
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: A expansão urbana tem provocado a fragmentação e a degradação de ecossistemas naturais, afetando diretamente a vegetação nativa ao redor de nascentes, ambientes sensíveis e essenciais à manutenção da biodiversidade e dos recursos hídricos. Os sistemas fluviais, inclusive os de menor porte como nascentes e córregos urbanos, são fundamentais para o equilíbrio ambiental e o bem-estar humano, prestando diversos serviços ecossistêmicos, como abastecimento de água, controle da erosão, e manutenção do microclima (Baron et al., 2002; Sposito, 2017). Este trabalho tem como OBJETIVO realizar uma revisão bibliográfica sobre a diversidade florística em áreas de nascente localizadas em ambientes urbanos, analisando suas implicações para a conservação local. METODOLOGIA: A revisão foi fundamentada em artigos científicos, dissertações e documentos técnicos publicados nos últimos vinte e cinco anos. Os RESULTADOS apontam que nascentes urbanizadas apresentam, em sua maioria, flora empobrecida, dominada por espécies exóticas ou ruderalizadas, o que compromete seu valor ecológico e funcional (Durigan et al., 2011). Em contraste, áreas com cobertura de vegetação nativa ou em processo de restauração demonstram maior riqueza florística e resiliência ecológica. A diversidade florística revela-se, assim, um indicador importante da saúde ambiental dessas áreas (Ribeiro et al., 2009). CONSIDERAÇÕES FINAIS: As discussões indicam que a conservação da vegetação ao redor das nascentes urbanas depende de políticas públicas integradas, ações efetivas de restauração ecológica e engajamento comunitário. Recomenda-se o uso de espécies nativas regionais, criação de corredores ecológicos e implementação de zonas de amortecimento. Conclui-se que a diversidade florística em nascentes urbanas deve ser incorporada ao planejamento urbano como componente essencial de estratégias sustentáveis.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Biológicaspt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA::SAUDE PUBLICApt_BR
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