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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRODRIGUES, Ana Alice Alves-
dc.creatorRODRIGUES, Natália Alves-
dc.date.accessioned2026-05-06T21:30:34Z-
dc.date.available2026-05-06-
dc.date.available2026-05-06T21:30:34Z-
dc.date.issued2024-12-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1104-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Pole Dance is a sport that requires strength, endurance, flexibility, body awareness and motor coordination, in addition to being a high-impact activity. Pole dancers work all body muscles. It is believed that these practitioners are exposed to the risk of shoulder joint injuries associated with practicing the sport. OBJECTIVES: Analyze the incidence of shoulder joint injuries in pole dance practitioners. METHODOLOGY: This study aimed to conduct a cross-sectional study with the objective of analyzing the incidence of shoulder joint injuries in Pole Dance practitioners. The research classification regarding its study objectives was descriptive. Descriptive research aims to describe the characteristics of a phenomenon and uses standardized data collection techniques, such as questionnaires. The eligibility criteria included women aged 18 to 40 years, with no history of shoulder-related injuries or complaints, and who exclusively practiced pole dance. RESULTS: The research was carried out with 28 participants who were selected following the inclusion and exclusion criteria. The average age of the participants was 25.5 years old. In relation to BMI, 64.3% of participants are of normal weight, 25% are overweight and 10.7% are class I obese. Regarding health, 85.7% have no pre-existing diseases, and 85.7% practice other physical activities, mainly weight training (57.1%). The majority (82.1%) have professional support in classes. However, 64.3% of participants reported joint pain, especially in the shoulder (65.2%) and spine (52.2%), indicating that, despite monitoring, injuries and discomfort are common. CONCLUSION: This study highlights the high incidence of shoulder joint injuries among Pole Dance practitioners, while also pointing to the importance of future research that expands the understanding of the impacts of this practice on musculoskeletal health.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectPole Dancept_BR
dc.subjectOmbropt_BR
dc.subjectLesões Articularespt_BR
dc.titleIncidência de lesões articulares de ombro em praticantes de pole dancept_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1ASSIS, Jaqueline Nascimento de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6652927870190275pt_BR
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: O Pole Dance é um esporte que exige força, resistência, flexibilidade, consciência corporal e coordenação motora, além de ser uma atividade de alto impacto. Os praticantes de Pole Dance trabalham toda musculatura corporal. Acredita-se que esses praticantes estejam expostos a riscos de lesões articulares de ombro associadas à prática do esporte. OBJETIVOS: Analisar a incidência de lesões articulares em ombros de praticantes de Pole Dance. METODOLOGIA: Trata-se de um estudo transversal com abordagem quantitativa, realizado no estúdio de Pole Dance O Cisne Negro em Goiânia. Os critérios de elegibilidade foram mulheres de 18 a 40 anos, sem histórico de lesões ou queixas relacionadas ao ombro, e que praticam exclusivamente Pole Dance. RESULTADOS: A pesquisa foi feita com 28 participantes que foram selecionadas após os critérios de inclusão e exclusão. A média de idade das participantes foi 25,5 anos. Em relação ao IMC, 64,3% das participantes estão com peso normal, 25% com sobrepeso e 10,7% com obesidade grau I. Quanto à saúde, 85,7% não têm doenças pré-existentes, e 85,7% praticam outras atividades físicas, principalmente musculação (57,1%). A maioria (82,1%) tem acompanhamento profissional nas aulas. No entanto, 64,3% das participantes relatam dor articular, especialmente no ombro (65,2%) e na coluna (52,2%), indicando que, apesar do acompanhamento, lesões e desconfortos são comuns. CONCLUSÃO: Este estudo evidencia a alta incidência de lesões articulares no ombro entre praticantes de Pole Dance, ao mesmo tempo em que aponta para a importância de pesquisas futuras que ampliem o entendimento sobre os impactos dessa prática na saúde musculoesquelética.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentFisioterapiapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONALpt_BR
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