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dc.creatorFERREIRA, Jhow Akawann Silva-
dc.date.accessioned2026-07-28T21:11:14Z-
dc.date.available2026-07-27-
dc.date.available2026-07-28T21:11:14Z-
dc.date.issued2026-07-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/2144-
dc.description.abstractIntroduction: Ureteral obstruction is a critical condition of the upper urinary tract that requires immediate diagnosis and intervention to mitigate irreversible renal damage. In dogs, especially small-breed elderly females, obstructive ureterolithiasis is a frequent cause of hydronephrosis and azotemia, demanding therapeutic strategies that restore urinary patency. Objectives: The present study reports the clinical- surgical management of an 11-year-old female Lhasa Apso with hydronephrosis secondary to ureterolithiasis, discussing the transition between different ureteral decompression modalities. Methodology: Diagnosis was based on laboratory findings and imaging techniques, including ultrasonography and computed tomography (CT). The initial protocol consisted of multiple microureterotomies associated with the placement of a "double-J" ureteral stent. Due to early obstructive recurrence (25 days), the patient underwent surgical revision to replace the stent with a Subcutaneous Ureteral Bypass (SUB) system. Results and Discussion: CT scans evidenced moderate hydronephrosis and segmental hydroureter caused by multiple calculi. Although the "double-J" stent is widely indicated for the canine species, this case demonstrated short-term functional failure. The implementation of the SUB system, adapted with ultrasonographic and radiographic monitoring instead of fluoroscopy,proved effective in resolving the condition. Postoperative maintenance with a tetra- EDTA solution was essential to prevent biofilm formation and secondary mineralization. Conclusion: Obstructive ureterolithiasis presents rapid evolution and a prognosis dependent on interventional agility. The failure of the "double-J" stent reinforces the need for individualized therapy, consolidating the SUB system as a superior and technically viable rescue alternative to ensure renal homeostasis and the patient's quality of life.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Restritopt_BR
dc.subjectImplantação de sistema de derivação ureteral subcutâneapt_BR
dc.subjectHidronefrosept_BR
dc.subjectHematúriapt_BR
dc.titleImplantação de sistema de derivação ureteral subcutânea (sidus) em cão com hidronefrose secundária à ureterolitíase: relato de casopt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1REIS, Andressa De Barros Guimarães dos-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6974846382884290pt_BR
dc.description.resumoIntrodução: A obstrução ureteral é uma afecção crítica do trato urinário superior que exige diagnóstico e intervenção imediatos para mitigar danos renais irreversíveis. Em cães, especialmente fêmeas de raças pequenas e idade avançada, a ureterolitíase obstrutiva é uma causa frequente de hidronefrose e azotemia, demandando estratégias terapêuticas que restabeleçam a patência urinária. Objetivos: O presente estudo relata o manejo clínico-cirúrgico de uma cadela, Lhasa Apso, de 11 anos, com quadro de hidronefrose secundária a ureterolitíase, discutindo a transição entre as modalidades de desobstrução ureteral. Metodologia: O diagnóstico foi fundamentado em achados laboratoriais e técnicas de imagem, incluindo ultrassonografia e tomografia computadorizada. O protocolo inicial consistiu em múltiplas microureterotomias associadas à implantação de cateter ureteral "duplo-J". Devido à recidiva obstrutiva precoce (25 dias), a paciente foi submetida à revisão cirúrgica para substituição do cateter pelo Sistema de Derivação Ureteral Subcutânea (SIDUS). Resultados e Discussão: A tomografia evidenciou hidronefrose moderada e hidroureter segmentar por múltiplos cálculos. Embora o cateter "duplo-J" seja amplamente indicado para a espécie canina, este caso demonstrou falha funcional a curto prazo. A implementação do SIDUS, adaptada com monitoramento ultrassonográfico e radiográfico em substituição à fluoroscopia, mostrou-se eficaz na resolução do quadro. A manutenção pós-operatória com solução de tetra-EDTA foi indispensável para prevenir a formação de biofilmes e mineralizações secundárias. Conclusão: A ureterolitíase obstrutiva apresenta evolução rápida e prognóstico dependente da agilidade intervencionista. O insucesso do cateter "duplo-J" reforça a necessidade de individualização terapêutica, consolidando o sistema SIDUS como uma alternativa de resgate superior e tecnicamente viável para assegurar a homeostase renal e a qualidade de vida do paciente.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentMedicina Veterináriapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS AGRARIAS::MEDICINA VETERINARIA::CLINICA E CIRURGIA ANIMAL::CLINICA CIRURGICA ANIMALpt_BR
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