Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://dspace.unigoyazes.edu.br/handle/123456789/1596
Tipo: Trabalho de Conclusão de Curso
Título: Biossegurança no ambiente funerário
Autor(es): CORDEIRO, Thaís Cristina Silvestre
ARAÚJO, Wendilly Cavalcante de
Primeiro Orientador: SANTOS, Bruno Moreira dos
Resumo: Os trabalhadores funerários estão frequentemente expostos a determinados métodos e substâncias químicas que remetem riscos dolosos. Imaginamos que para se adquirir uma doença infectocontagiosa o paciente alvo deve se encontrar nas condições de vida, no entanto a capacidade de transmissão se estende a um corpo sem vida. Algumas doenças infectocontagiosas podem ser vinculadas pelo cadáver, portanto o trabalho vem ressaltar a biossegurança na limpeza, manuseio e translado de cadáveres bem como averiguar e analisar o nível de conhecimento dos trabalhadores envolvidos quanto aos possíveis riscos eminentes, o uso adequado dos equipamentos de proteção e os procedimentos executados pelas agencias funerárias do município de trindade. Tratando-se de um estudo descritivo exploratório, foi aplicado um questionário com questões semiabertas aos funcionários que trabalham na área da limpeza, translado de cadáveres e manuseio direto destes. Os entrevistados do presente estudo em sua totalidade (100%) estão conscientes sobre o que são EPI’s, 100% dos agentes fazem uso de luvas de látex; máscaras e jaleco descartáveis. Dos agentes funerários entrevistados 100% relatam a utilização de materiais novos, não havendo reutilizações e apenas 50% auxiliares dizem o mesmo. Quando ao mapa de risco 67% dos agentes funerários desconhecem em quanto 33% manifestam conhecer, e 75% do âmbito da limpeza não fazem conhecimento do mapa de risco, os outros 25% não responderam. Todos os agentes (100%) recebem a causa mortis e 100% de todos os entrevistados receberam treinamento. Na presente pesquisa 100% dos funcionários relatam que a limpeza dos veículos funerários é feita todos os dias e 99% que a lavagem é feita na própria funerária. Dentre os produtos 100% dos entrevistados descreveram sabão, água sanitária e álcool 70 como os mais utilizados. Sobre os procedimentos operacionais padrão (POP’s) 33% dos agentes conhecem e 100% das auxiliares de limpeza não tem conhecimento algum sobre tal. Assim como em um ambiente laboratorial toda amostra biológica é tida como um artigo contaminante, todo cadáver também deve ser visto como um meio contagioso até porque dependendo da patogenia presente, o cadáver não irá conferir a si uma aparência ameaçadora. Mesmo com todo o conhecimento dos empregados sobre o que seria os EPI’s e o treinamento que lhe foram submetidos, há ainda a necessidade de se estabelecer monitorias dos equipamentos de proteção, porque a presente pesquisa mostrou o uso adequado e satisfatório de tais equipamentos apenas pelos agentes funerários.
Abstract: Funerary workers are often exposed to certain chemicalmethods and substances that refer to the harmful risks. Weimagine that in order to acquire an infectious contagiousdisease, the target patient must be found in the livingconditions, however the transmission capacity extends to alifeless body. Some infectious diseases can be linked by thecadaver, so the work is to emphasize biosafety in thecleaning, handling and transportation of cadavers as well asinvestigating and analyzing the level of knowledge of theworkers involved in the Possible imminent risks, the properuse of protective equipment and the procedures performedby the funerary agencies of the municipality of Trindade. Inthe case of a descriptive exploratory study, a questionnairewith semi-open questions was applied to employees workingin the area of cleaning, transportation of corpses and directhandling of these. The interviewees of this study in theirentirety (100%) are aware of what PPE is, 100% of the agentsmake use of latex gloves; disposable masks and scrubs. Ofthe funerary agents interviewed 100% reported the use ofnew materials, with no reuse and only 50% auxiliaries saythe same. When the risk map 67% of the funerary agents areunaware of how much 33% are aware, and 75% of the scopeof the cleaning do not know the risk map, the other 25% didnot respond. All agents (100%) receive the cause of deathand 100% of all respondents received training. In the presentresearch 100% of the employees report that the cleaning ofthe funerary vehicles is done every day and 99% that thewashing is done at the funeral home itself. Among theproducts 100% of the interviewees described soap, sanitarywater and alcohol 70 as the most used. On standardoperating Procedures (POP's) 33% of the agents know and100% of the cleaning assistants have no knowledge aboutsuch. Just as in a laboratory environment every biologicalsample is regarded as a contaminating article, every corpsemust also be seen as a contagious medium, becausedepending on the pathogeny present, the corpse will notconfer a threatening appearance to itself. Even with all theknowledge of the employees about what the PPE would beand the training submitted to it, there is still the need toestablish monitoring of protective equipment, because thepresent research showed the adequate and satisfactory useof such Equipment only by the funerary agents.
Palavras-chave: Risco biológico
Cadáver
EPI
CNPq: CNPQ::OUTROS::BIOMEDICINA
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Centro Universitário Goyazes
Sigla da Instituição: UNIGOYAZES
Department: Biomedicina
Tipo de Acesso: Acesso Aberto
URI: http://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1596
Data do documento: Dez-2018
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