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Campo DCValorIdioma
dc.creatorOLIVEIRA, Leicimar De Jesus-
dc.creatorSOUZA, Lorena Alves de-
dc.date.accessioned2026-05-21T15:43:01Z-
dc.date.available2026-05-21-
dc.date.available2026-05-21T15:43:01Z-
dc.date.issued2013-07-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1552-
dc.description.abstractHemophilia is a common coagulopathy, that can be divided into hemophilia A (factor VIII deficiency) and B (factor IX deficiency). It’s not possible to be distinguished clinically presenting as severe, moderate and mild, this classification is due to the plasma levels of factor VII and IX. The diagnosis and classification of the severity level of coagulopathy are obtained according to this quantitative value of that protein deficiency has been detected and treatment consists of administration of the deficient factors lyophilized. The study populations are carriers of hemophilia treatment that are at the Hemocentro of Goiás. The data are from records that have been raised through a general analysis, reviewing in a standardized way by means of a form to obtain data such as gender, age, marital status, city, if they receive doses at home, and clinical characteristics such as type and degree of pathology. 268 hemophiliacs were found in which 267 are men and a woman. Of these 89.9% are hemophilia type A and 10.1% are hemophilia type B. 71% receive dose household, while 29% did not receive. 64.6% live in cities in the interior of Goiás 163 patients unaware of any family history of the disease. The predominant type of hemophilia of subjects studied is the type that corresponds to the most common type. The program was revolutionary Dose Household assisting, facilitating and improving the treatment of patients, as it can lead to dose home and perform self infusion. Patients who live in the countryside, can also follow treatment avoiding displacement. The records showed certain deficiencies as incomplete and unfulfilled, making it difficult to collect. It’s Suggested improvements in notifications with obtaining complete and accurate data, this would also facilitate the elaboration of strategies to treat these patients.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCoagulopatiapt_BR
dc.subjectHemocentropt_BR
dc.subjectEpidemiologiapt_BR
dc.titlePerfil epidemiológico dos hemofílicos em tratamento no hemocentro de Goiáspt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1ANDRADE, Hélio Pinheiro de-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5957612866048276pt_BR
dc.description.resumoA hemofilia é uma coagulopatia comum, que pode ser divida em hemofilia A (deficiência do fator VIII) e B (deficiência do fator IX). Não são distinguidas clinicamente já que se apresentam na forma grave, moderada e leve. Essa classificação deve-se aos níveis plasmáticos do fator VII e IX. O diagnóstico e a classificação do nível de severidade da coagulopatia são obtidos de acordo com esse valor quantitativo de deficiência da proteína que foi detectado e o tratamento consiste na administração dos fatores deficientes liofilizados. A população em estudo são os portadores de hemofilia que fazem tratamento no Hemocentro de Goiás. Os dados são provenientes de prontuários que foram levantados por meio de uma análise geral, revisando de forma padronizada por meio de uma ficha para a obtenção de dados como gênero, idade, estado civil, cidade, se recebe dose domiciliar e características clinicas como tipo e grau da patologia. Foram encontrados 268 hemofílicos no qual 267 são homens e uma mulher. Destes, 89,9% são hemofílicos tipo A e 10,1% são hemofílicos do tipo B. 71% recebem dose domiciliar, enquanto 29% não recebem. 64,6% residem em cidades do interior de Goiás. 163 pacientes desconhecem qualquer histórico familiar da doença. O tipo de hemofilia predominante dos indivíduos estudados é do tipo A que corresponde ao tipo mais comum. O programa de Dose Domiciliar foi revolucionário auxiliando, melhorando e facilitando o tratamento dos portadores, já que podem levar dose para casa e realizar auto infusão. Os pacientes que moram no interior, também podem seguir o tratamento evitando deslocamentos. Os prontuários apresentaram certas deficiências como dados incompletos e não preenchidos, o que dificultou a coleta. Sugere-se melhoras nas notificações com obtenção de dados completos e precisos, isso facilitaria também nas elaborações de estratégias para o atendimento desses pacientes.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentBiomedicinapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::OUTROS::BIOMEDICINApt_BR
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