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Campo DCValorIdioma
dc.creatorALMEIDA, Amarilda Sales Ferreira-
dc.creatorGASPAROTI, Catarina Paiva Facanali-
dc.creatorCAVALCANTE, Kamila Ferreira-
dc.date.accessioned2026-05-13T18:59:23Z-
dc.date.available2026-05-13-
dc.date.available2026-05-13T18:59:23Z-
dc.date.issued2025-07-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1447-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Osseointegrated implants are the most effective solution for restoring missing teeth, but in cases of significant bone loss, the use of bone grafts becomes essential. The comparison between the different types of grafts (autogenous, allogeneic, xenogeneic and alloplastic) reveals their properties, advantages and limitations, directly influencing the success of rehabilitation. OBJECTIVE: To analyze the different options of bone grafts used in treatments with osseointegrated implants, evaluating their properties, advantages and limitations. We also seek to understand the influence of these grafts on the success of dental rehabilitation, providing a clear and practical approach for choosing the most appropriate material, according to the clinical needs and the patient's conditions. METHODOLOGY:THE methodology employed for this study is bibliographic, exploratory, descriptive, and integrative analysis, with searches conducted in the Google Scholar, PubMed, Scientific Electronic Library Online (Scielo), and LILACS (Latin American and Caribbean Literature in Health Sciences) databases.Results: The autogenous bone graft is biologically considered the standard for comparison with other methodologies for bone augmentation and remains the most used material for correcting acquired or congenital skeletal defects.CONCLUSION:The autogenous bone graft remains the gold standard for bone reconstruction in dental implants due to its regenerative properties. However, it has limitations, such as higher morbidity and restricted bone volume. Bone substitutes, such as allogenic, xenogenic, and alloplastic grafts, have shown promising results, offering advantages like lower morbidity and good biocompatibility, although they do not possess osteogenic properties. The choice of material should be individualized, considering the patient's conditions and the type of bone defect, with the combination of materials being an effective strategy.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnxerto ósseo autógenopt_BR
dc.subjectSubstitutos ósseospt_BR
dc.subjectImplantes dentáriospt_BR
dc.titleAnálise comparativa da eficácia dos enxertos ósseos autógenos e substitutos ósseos em reabilitação com implantes dentários: uma revisão de literaturapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1COSTA, Arthur Wilson Florencio da-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3001799334704264pt_BR
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: Os implantes osseointegrados é a solução mais eficaz para a restauração de dentes perdidos, mas em casos de perda óssea significativa, a utilização de enxertos ósseos torna-se essencial. A comparação entre os diferentes tipos de enxertos (autógenos, alógenos, xenógenos e aloplásticos) revela suas propriedades, vantagens e limitações, influenciando diretamente o sucesso da reabilitação. OBJETIVO: Analisar as diferentes opções de enxertos ósseos utilizados em tratamentos com implantes osseointegrados, avaliando suas propriedades, vantagens e limitações. Busca-se também entender a influência desses enxertos no sucesso da reabilitação dentária, proporcionando uma abordagem clara e prática para a escolha do material mais adequado, de acordo com as necessidades clínicas e as condições do paciente. METODOLOGIA: Estudo do tipo bibliográfico, exploratório, descritivo com análise integrativa, com buscas nas bases de dados Google Acadêmico, Pubmed, Scientific Electronic Library Online – Scielo e LILACS (Literatura LatinoAmericana e Caribe em Ciências da Saúde. RESULTADOS: O enxerto ósseo autógeno, é constituído biologicamente, como sendo o padrão de comparação a outras metodologias para aumento ósseo, e continua sendo o material mais utilizado para a correção de defeitos esqueléticos adquiridos ou congênitos. CONCLUSÃO: O enxerto ósseo autógeno permanece como o padrão-ouro para reconstrução óssea em implantes dentários, devido às suas propriedades regenerativas. No entanto, apresenta limitações, como maior morbidade e volume ósseo restrito. Substitutos ósseos, como alógenos, xenógenos e aloplásticos, têm mostrado resultados promissores, oferecendo vantagens como menor morbidade e boa biocompatibilidade, embora não apresentem propriedades osteogênicas. A escolha do material deve ser individualizada, considerando as condições do paciente e o tipo de defeito ósseo, com a combinação de materiais sendo uma estratégia eficaz.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentOdontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIApt_BR
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