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dc.creatorSILVA, Gabriel Soares Da-
dc.creatorSILVA, Henrique Torquato Da-
dc.date.accessioned2026-05-12T17:59:53Z-
dc.date.available2026-05-12-
dc.date.available2026-05-12T17:59:53Z-
dc.date.issued2025-07-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1359-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Even after its acute phase, COVID-19 (a disease caused by the SARS-CoV-2 virus) can cause persistent symptoms in some patients. This condition is known as long COVID-19. Neurological manifestations can be observed and should be assessed in order to characterize their impact on patients' lives. OBJECTIVES: Conduct a systematic review on the neurological impacts of long COVID-19. METHODOLOGY: This is a systematic review based on scientific articles, where the PRISMA guidelines were used for better study dynamics. The following databases were used for data collection: Virtual Health Library (BVS), PubMed and SciELO. The research was carried out with articles published in the last 5 years (2020-2025), and carried out with the following descriptors: “Long COVID-19”, “Neurological Manifestations” and "Cognitive Disorders”. RESULTS: This study aimed to identify the neurological manifestations of long COVID-19, its prevalence, persistent symptoms and impacts on patients' functionality and quality of life. The analysis of 18 articles allowed mapping the main clinical signs, possible pathophysiological mechanisms and challenges in diagnosis and management. The findings reveal the complexity of post-COVID neurological conditions, highlighting gaps in the scientific literature and the need for specific clinical strategies and public policies for this condition. FINAL CONSIDERATIONS: The review showed that neurological manifestations of long COVID-19, such as fatigue, headache, and cognitive dysfunction, are prevalent and debilitating, even in mild cases. These symptoms result from processes such as persistent inflammation and endothelial dysfunction. Clinical heterogeneity and the lack of diagnostic markers make it difficult to adequately approach the disease. The need for integrated care strategies with an interdisciplinary approach, continuous rehabilitation, and inclusion of the condition in public health policies is highlighted.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectCOVID-19pt_BR
dc.subjectManifestações Neurológicaspt_BR
dc.subjectTranstornos Cognitivospt_BR
dc.titleManifestações neurológicas da síndrome pós-COVID-19pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1CINTRA, Cássia Vieira-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4261677580083210pt_BR
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: Mesmo após sua fase aguda, a COVID-19 (doença causada pelo vírus SARS-CoV-2) pode causar sintomas persistentes em alguns pacientes. Essa condição é conhecida como COVID-19 longa. Manifestações neurológicas podem ser observadas e devem ser pautadas a fim de caracterizar seus impactos na vida dos pacientes. OBJETIVOS: Realizar uma revisão sistemática sobre os impactos neurológicos da COVID-19 longa. METODOLOGIA: Trata-se de uma revisão sistemática baseada em artigos científicos, onde foi utilizado as diretrizes PRISMA para melhor dinâmica do estudo. Para coleta de dados foram utilizados os bancos de dados: Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), PubMed e SciELO. A pesquisa foi feita com artigos publicados nos últimos 5 anos (2020-2025), e realizada com os seguintes descritores: “COVID-19 Longa”, “Manifestações Neurológicas” e "Transtornos Cognitivos”. RESULTADOS: Este estudo teve como objetivo identificar as manifestações neurológicas da COVID-19 longa, sua prevalência, sintomas persistentes e impactos na funcionalidade e qualidade de vida dos pacientes. A análise de 18 artigos permitiu mapear os principais sinais clínicos, possíveis mecanismos fisiopatológicos e os desafios no diagnóstico e manejo. Os achados revelam a complexidade dos quadros neurológicos pós-COVID, destacando lacunas na literatura científica e a necessidade de estratégias clínicas e políticas públicas específicas para essa condição. CONSIDERAÇÕES FINAIS: A revisão evidenciou que manifestações neurológicas da COVID-19 longa, como fadiga, cefaléia e disfunções cognitivas, são prevalentes e debilitantes, mesmo em casos leves. Esses sintomas decorrem de processos como inflamação persistente e disfunção endotelial. A heterogeneidade clínica e a falta de marcadores diagnósticos dificultam a abordagem adequada. Ressalta-se a necessidade de estratégias integradas de cuidado, com enfoque interdisciplinar, reabilitação contínua e inclusão da condição nas políticas públicas de saúde.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentBiomedicinapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVApt_BR
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