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dc.creatorFERNANDES, Gabriella Rosa-
dc.creatorOZÓRIO, Heloísa Andrade-
dc.date.accessioned2026-05-11T23:12:40Z-
dc.date.available2026-05-11-
dc.date.available2026-05-11T23:12:40Z-
dc.date.issued2024-12-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1345-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Minimally invasive dentistry has gained prominence for prioritizing the preservation of biological tissues, offering several clinical benefits. This approach improves adhesion to enamel, reduces the risk of fractures and prolongs the longevity of treatments, in addition to minimizing postoperative sensitivity. However, insufficient or inadequate preparation can cause gingival inflammation and compromise the stability and aesthetics of restorations. OBJECTIVE: This study aims to analyze the clinical implications of different types of tooth preparation, focusing on minimally invasive dentistry. The benefits in preserving tooth structure, the impacts of adhesion to enamel, the risks of fractures and the clinical effects of conservative versus invasive tooth preparations will be evaluated. METHODOLOGY: An integrative literature review was performed in databases such as Google Scholar, PubMed and SciELO. Thirty-seven articles were selected between 2000 and 2024, with specific criteria that included relevant and reliable studies on dental preparations and their clinical implications. RESULTS: This literature review revealed that conservative preparations offer important advantages, such as longer-lasting adhesion and lower risk of fractures compared to invasive preparations. However, insufficient preparations can cause overcontouring and gingival inflammation. Clinical cases and longitudinal studies indicate that minimally invasive restorations have satisfactory success rates and longevity. FINAL CONSIDERATIONS: Minimally invasive techniques are effective in preserving tooth structure and promote a high rate of clinical success, when well indicated. Future studies are recommended to evaluate the long-term effects of these techniques. It is concluded that the minimally invasive approach is promising in restorative dentistry, as long as it is used based on rigorous criteria.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEsmalte dentáriopt_BR
dc.subjectTecidospt_BR
dc.subjectLongevidadept_BR
dc.titleAvaliação comparativa de técnicas dos preparos dentários: conservadores versus invasivos e suas implicações clínicas – revisão de literaturapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1MOSCONI, Carla-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7237756043264091pt_BR
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: A odontologia minimamente invasiva tem ganhado destaque por priorizar a preservação dos tecidos biológicos, oferecendo diversos benefícios clínicos. Essa abordagem melhora a adesão ao esmalte, diminui o risco de fraturas e prolonga a longevidade dos tratamentos, além de minimizar a sensibilidade pós- operatória. No entanto, o preparo insuficiente ou inadequado pode causar inflamação gengival e comprometer a estabilidade e a estética das restaurações. OBJETIVO: Este estudo objetiva analisar as implicações clínicas dos diferentes tipos de preparo dentário, com foco na odontologia minimamente invasiva. Serão avaliados os benefícios na preservação da estrutura dentária, os impactos de adesão ao esmalte, os riscos de fraturas e os efeitos clínicos de preparos dentários conservadores versus invasivos. METODOLOGIA: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura em bases de dados como Google Acadêmico, PubMed e SciELO. Foram selecionados 37 artigos entre 2000 e 2024, com critérios específicos que incluíram estudos relevantes e confiáveis sobre preparos dentários e suas implicações clínicas. RESULTADOS: A presente revisão de literatura revelou que os preparos conservadores oferecem vantagens importantes, como uma adesão mais duradoura e menor risco de fraturas em comparação aos preparos invasivos. No entanto, preparos insuficientes podem causar sobrecontorno e inflamação gengival. Casos clínicos e estudos longitudinais indicam que restaurações minimamente invasivas apresentam taxas de sucesso e longevidade satisfatórias. CONSIDERAÇÕES FINAIS: As técnicas minimamente invasivas são eficazes na preservação da estrutura dentária e promovem alta taxa de sucesso clínico, quando bem indicadas. Estudos futuros são recomendados para avaliar os efeitos de longo prazo dessas técnicas. Conclui-se que a abordagem minimamente invasiva é promissora na odontologia restauradora, desde que utilizada com base em critérios rigorosos.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentOdontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::MATERIAIS ODONTOLOGICOSpt_BR
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