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dc.creatorSILVA, Guilherme dos Santos-
dc.creatorSILVA, Natan Ilidio da-
dc.date.accessioned2026-05-11T20:26:41Z-
dc.date.available2026-05-11-
dc.date.available2026-05-11T20:26:41Z-
dc.date.issued2024-07-
dc.identifier.urihttp://200.225.206.52:8080/jspui/handle/123456789/1318-
dc.description.abstractINTRODUCTION: Third molar extraction is a surgery frequently performed by dental surgeons, and inferior alveolar nerve paresthesia is a complication that is frequently observed. Some procedures can be carried out to prevent this situation from occurring, and in cases where this situation is unavoidable, there is still, in most cases, the possibility of reversal through safe and effective treatments. OBJECTIVES: The objective is to carry out a review of the literature, gathering information that helps in the prevention and treatment of paresthesia after extraction of lower third molars. METHODOLOGY: This work is a bibliographical review, where several studies were searched on platforms such as Google Scholar, Scielo, PubMed, LILACS and VHL, using terms such as paresthesia, third molar extraction and inferior alveolar nerve. During a period of 5 months of research, 21 studies were selected, all published within 10 years, on which this work is based. RESULTS: Several ways were found to prevent or treat inferior alveolar nerve paresthesia. Preoperatively, a thorough approach to anamnesis, careful analysis of imaging exams such as panoramic scans and tomography and, finally, precise surgical planning are fundamental to preventing this complication. During the procedure, it may be necessary to use surgical techniques such as odontoseccion, osteotomy and coronectomy, to facilitate the removal of the tooth without putting the integrity of the nerve at risk. Finally, if paresthesia cannot be avoided, there are currently several therapeutic proposals to reverse the situation. The most prominent techniques are laser therapy and drug therapy, and, in more serious cases, the best option may be surgical intervention. Acupuncture, physiotherapy and electrical stimulation can act as adjuvants to treatment. CONCLUSION or FINAL CONSIDERATIONS: Despite the possibility of numerous therapies, prevention will always be the best option.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário Goyazespt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectParestesiapt_BR
dc.subjectTerceiros molarespt_BR
dc.subjectNervo alveolar inferiorpt_BR
dc.titleParestesia após exodontia de terceiros molares inferiores: revisão de literaturapt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1IZAC, Angela Beatriz Cavalcante de Amorim-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9463051512693547pt_BR
dc.description.resumoINTRODUÇÃO: A exodontia de terceiros molares é uma cirurgia frequentemente realizada pelo cirurgião dentista, e a parestesia do nervo alveolar inferior é uma complicação que é muito observada. Alguns procedimentos podem ser realizados para que não ocorra tal situação, sendo que, nos casos onde essa situação é inevitável, ainda existe, na maioria das vezes, a possibilidade de reversão através de tratamentos seguros e eficazes. OBJETIVOS: Tem-se como objetivo realizar uma revisão da literatura, agrupando informações que auxiliem na prevenção e no tratamento da parestesia após exodontia dos terceiros molares inferiores. METODOLOGIA: Este trabalho se trata de uma revisão bibliográfica, onde vários estudos foram pesquisados em plataformas como Google Scholar, Scielo, PubMed, LILACS e BVS, através de termos como parestesia, extração de terceiros molares e nervo alveolar inferior. Durante um período de 5 meses de pesquisa foram selecionados 21 estudos, todos publicados dentro de até 10 anos, sobre os quais se embasa o presente trabalho. RESULTADOS: Foram encontradas diversas formas para se evitar ou tratar a parestesia do nervo alveolar inferior. No pré-operatório, a abordagem minuciosa da anamnese, a análise criteriosa dos exames imaginológicos como panorâmica e tomografia e, por fim, um planejamento cirúrgico preciso são fundamentais para prevenção dessa complicação. Durante o procedimento, pode surgir a necessidade de lançar mão de técnicas cirúrgicas como odontossecção, osteotomia e coronectomia, para facilitar a remoção do dente sem colocar em risco a integridade do nervo. Por fim, se a parestesia não puder ser evitada, existem na atualidade diversas propostas terapêuticas para reverter a situação. As técnicas de maior destaque são a laserterapia e a terapia medicamentosa, e, em casos mais graves, a melhor opção pode ser a intervenção cirúrgica. A acupuntura, fisioterapia e eletroestimulação podem agir como coadjuvantes ao tratamento. CONCLUSÃO ou CONSIDERAÇÕES FINAIS: Apesar da possibilidade de inúmeras terapias, a prevenção será sempre a melhor opção.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentOdontologiapt_BR
dc.publisher.initialsUNIGOYAZESpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::ODONTOLOGIA::CIRURGIA BUCO-MAXILO-FACIALpt_BR
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